Mitos sobre Alimentação de Pets: Você Está Fazendo Certo? 🐶🐱
ALERTA AOS TUTORES: Você escolhe a comida do seu pet baseada em “instinto” ou em ciência? Muitos donos estão prejudicando a saúde de seus melhores amigos por acreditarem em fake news nutricionais. A Royal Canin abriu o jogo e esclareceu os maiores mitos sobre a tigela do seu cão e gato. Leia com atenção.
Quando o assunto é a saúde dos nossos “filhos de quatro patas”, todo cuidado é pouco. Porém, conceitos antigos e difundidos na internet sobre como gatos e cães devem ser alimentados ainda geram dúvidas perigosas entre os tutores.
Para colocar um ponto final nessa discussão, a ROYAL CANIN®, referência mundial em Saúde Através da Nutrição, trouxe especialistas para explicar por que você precisa rever seus conceitos agora mesmo.
Mito 1: “Meu cachorro deve comer igual a um lobo”
Este é, talvez, o erro mais comum. É tentador olhar para o seu cão e imaginar um ancestral selvagem, mas a biologia diz outra coisa. Após milhares de anos de domesticação, gatos e cães mudaram.
Eles desenvolveram características fisiológicas, anatômicas e comportamentais próprias. Ou seja: seu pet não é um lobo ou um tigre em miniatura. Decisões alimentares baseadas nessa analogia ignoram a evolução e não refletem as necessidades atuais dessas espécies.
Mito 2: “Carboidrato só serve para engordar o animal”
Você já ouviu falar que ração boa não tem carboidrato? Isso não é verdade. Os carboidratos, quando presentes em alimentos completos e balanceados, são fontes essenciais de energia.
O problema da obesidade e do sobrepeso, que tanto assusta os veterinários, está ligado ao consumo calórico total (o quanto o animal come por dia) e à falta de exercícios, e não a um nutriente isolado. O segredo está no equilíbrio, não na exclusão.
Mito 3: “Proteína vegetal é ruim” e “Subprodutos não prestam”
Outra polêmica frequente. As proteínas vegetais, quando escolhidas com rigor científico, são de fácil digestão e fornecem aminoácidos essenciais. O corpo do animal precisa de nutrientes absorvíveis, não importa se a origem é animal ou vegetal.
O mesmo vale para os chamados “subprodutos” (ingredientes que não vão para o prato humano, como vísceras). Eles são seguros, nutritivos e fundamentais para evitar o desperdício, tornando a cadeia produtiva mais sustentável.
O Perigo de “Humanizar” a Dieta
Para a Diretora de Assuntos Corporativos da Royal Canin Brasil, Carla Pistori, o maior risco é tentar aplicar a lógica da dieta humana nos animais.
“Gatos e cães possuem necessidades nutricionais muito diferentes das nossas. Por isso, priorizamos os nutrientes, e não ingredientes específicos. Nossa formulação é pautada na ciência, com critérios rigorosos de qualidade nutricional e digestibilidade”, explica Carla.
O Médico-Veterinário e professor da UFRGS, Dr. Luciano Trevizan, reforça: “Quando explicamos como os gatos e os cães evoluíram, abrimos espaço para decisões mais conscientes, que favoreçam, acima de tudo, a qualidade de vida dos animais”.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Cachorros devem comer como lobos?
Não. A domesticação mudou o organismo dos cães. Eles têm necessidades diferentes dos seus ancestrais selvagens.
Carboidrato na ração faz mal?
Mito. Carboidratos fornecem energia. O que causa doenças é o excesso de calorias e o desequilíbrio da dieta.
Posso dar comida humana para o pet?
Cuidado. As necessidades nutricionais deles são diferentes das nossas. “Humanizar” a dieta sem orientação veterinária pode causar deficiências graves.
Equipe Blog do Lago – Foto: Divulgação/ROYAL CANIN®












