Evangelho do Dia 10/12/2025 – O Reino de Deus está próximo
Seja bem-vindo(a) à sua dose diária de inspiração e fé com o Evangelho do Dia. Hoje, 10 de dezembro de 2025, mergulhamos nas palavras do Evangelho segundo São Mateus para encontrar luz e direção em nossa jornada espiritual. A Palavra de Deus, viva e eficaz, nos chama à reflexão e à ação, convidando-nos a um encontro mais profundo com o amor de Cristo.
Evangelho do Dia: Mateus 9,35-10,1.6-8
Liturgia do dia 10 de dezembro de 2025.
Evangelho segundo São Mateus 9,35-10,1.6-8
Naquele tempo, Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino, e curando todo tipo de doença e enfermidade.
Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor.
Então disse a seus discípulos: “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita!”
Jesus chamou os doze discípulos e deu-lhes poder para expulsar os espíritos maus e para curar todo tipo de doença e enfermidade.
Ele os enviou com as seguintes instruções: “Não tomeis o caminho dos pagãos, nem entreis em cidade de samaritanos. Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel!
Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. Recebestes de graça, dai de graça!”
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.
Reflexão do Evangelho do Dia 10/12/2025
A Palavra de Deus para este dia 10 de dezembro de 2025 nos convida a mergulhar profundamente na ação compassiva e no propósito evangelizador de Jesus. O texto de Mateus (9,35-10,1.6-8) nos apresenta um panorama vívido do ministério de Cristo, que não se limitava a curar e ensinar, mas se estendia a uma profunda identificação com o sofrimento humano.
Observamos Jesus percorrendo “todas as cidades e povoados”, numa incansável jornada de amor e serviço. Sua missão era abrangente: ensinar nas sinagogas, proclamar a Boa Nova do Reino e, concretamente, aliviar o sofrimento, curando “todo tipo de doença e enfermidade”. Este é o modelo do verdadeiro pastor, que não apenas guia com palavras, mas que se empenha em cuidar integralmente do seu rebanho.
O momento crucial de nossa reflexão reside na expressão: “Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor.” A compaixão de Jesus não é um sentimento superficial, mas uma emoção que brota do mais profundo de seu ser, uma empatia que o impulsiona à ação. Ele percebe a vulnerabilidade, a desorientação e o cansaço existencial daqueles que O seguiam, um cenário que, de muitas formas, ainda reflete a realidade de nosso tempo. Quantas pessoas hoje se sentem “cansadas e abatidas”, sem um rumo claro, ansiando por uma direção e por um alívio para suas dores?
Diante dessa realidade, Jesus não hesita. Ele não guarda para si a missão, mas a compartilha. “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da colheita que mande trabalhadores para a sua colheita!”. Esta é uma constatação que ressoa ainda hoje. O campo do Senhor é vasto, repleto de almas sedentas de Deus, mas ainda faltam corações dispostos a se entregar totalmente a essa obra.
Em resposta a essa necessidade, Jesus “chamou os doze discípulos e deu-lhes poder para expulsar os espíritos maus e para curar todo tipo de doença e enfermidade.” É fundamental notar que o poder concedido aos discípulos não é para sua própria glória, mas para a edificação do Reino. Eles são enviados para continuar a obra de Jesus, portadores da mesma autoridade e do mesmo amor. A missão é clara: “Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. Recebestes de graça, dai de graça!”
As instruções de Jesus são um verdadeiro manual missionário. Elas nos ensinam sobre a prioridade de alcançar os mais necessitados, os “perdidos”, e de proclamar uma mensagem que se concretiza em atos de cura e libertação. A gratuidade da missão é um ponto crucial: o que recebemos de Deus não nos pertence para ser retido ou comercializado, mas para ser livremente partilhado. Essa é a essência do discipulado: um serviço desinteressado, movido pelo amor e pela fé.
Como cristãos hoje, somos desafiados a ser esses “trabalhadores da colheita”. O Senhor continua a nos chamar e a nos enviar. Não somos convidados a ficar passivos, mas a agir, a levar a Boa Nova com nossas vidas. Cada um de nós, com os dons e carismas que lhe foram confiados, pode ser um instrumento da compaixão de Deus no mundo. Seja no acolhimento, na escuta, no serviço material ou na oração, nossa missão é manifestar que o Reino dos Céus está, de fato, próximo, e que o amor de Cristo tem o poder de transformar qualquer situação de desespero em esperança. Que a reflexão do evangelho do dia 10/12/2025 possa fortalecer nossa fé e impulsionar nossa caridade. Para aprofundar sua fé, não deixe de conferir também o Santo do Dia e as leituras complementares que enriquecem nossa jornada de fé.
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Oração de Hoje
Senhor Jesus, que por vossa infinita misericórdia vos compadecestes das multidões, cansadas e abatidas, concedei-nos a graça de ter um coração semelhante ao vosso. Capacitai-nos, Senhor, a ser vossos instrumentos nesta messe que é grande. Dai-nos a força para curar as feridas da alma e do corpo, e a coragem para anunciar com alegria a proximidade do vosso Reino. Que possamos dar de graça aquilo que de graça recebemos, para que mais e mais pessoas conheçam o vosso amor salvador. Fortalecei nossa fé e nossa disposição para o serviço, seguindo o exemplo que nos deixastes. Amém.
Amém.












