Combate ao Aedes aegypti: mutirão em São Miguel do Iguaçu
Combate ao Aedes aegypti: mutirão em São Miguel do Iguaçu

O Governo Municipal de São Miguel do Iguaçu deu início a uma força-tarefa urgente para conter o avanço do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. O mutirão de limpeza, que abrange diversos bairros, chega em um momento crítico para a cidade, que registra 788 casos de dengue, 39 de chikungunya e um crescimento preocupante de focos do Aedes aegypti em residências e terrenos.
A administração reforça que a participação dos moradores é fundamental para impedir que o cenário avance. Cada cidadão deve eliminar possíveis criadouros e colaborar com o recolhimento de recicláveis realizado pelas equipes municipais.
Mutirão de limpeza: o que a população precisa fazer
Durante a ação, servidores percorrerão os bairros para recolher materiais recicláveis descartados corretamente pelos moradores. Para colaborar, basta seguir as orientações:
- Coloque materiais recicláveis em sacos de lixo, bem fechados.
- Posicione os sacos na frente da residência no dia de passagem do caminhão.
- Descarte objetos que acumulam água como potes, pneus, garrafas, baldes, restos de construção e eletrodomésticos inutilizados.
Segundo o setor de endemias, o maior foco do mosquito está justamente em materiais recicláveis acumulados em quintais e terrenos. A limpeza completa dos lotes é essencial para desacelerar a transmissão das doenças.
Vistorias, notificações e multas
Além do mutirão, os Agentes de Combate às Endemias intensificarão as vistorias nos imóveis. Quem mantiver criadouros do mosquito poderá ser notificado e até multado, conforme a Lei Municipal nº 2.130/2010, que define as responsabilidades do morador sobre a manutenção e higiene do terreno.
Cronograma do mutirão de limpeza
- 12/12: Novo Mundo, Liberdade, Cataratas
- 15/12: Santa Catarina e Centro (próximo à antiga Martinello)
- 16/12: Jardim Social
- 17/12: Paraguaçu
União entre população e poder público
A secretária de Saúde, Fernanda Moreira Prestes, reforça que o momento exige união total: cada morador deve agir imediatamente para eliminar água parada. O alerta máximo emitido pelo município é um pedido claro de mobilização e responsabilidade coletiva.
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Com informações da PMSMI – Foto: Divulgação













