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STI é modelo na destinação do lixo doméstico e na preservação ambiental

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A medida atende as normas ambientais para a proteção do lençol freático formado por extensões de água que ficam abaixo da superfície do solo e que constituem grande parte da água potável do planeta. O mecanismo para a destinação dos resíduos está dentro do que prevê a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos aprovada em lei na semana passada e que atualiza o marco legal do saneamento básico no País.

No aterro sanitário de Santa Terezinha de Itaipu são destinados ao dia 15 toneladas de lixo. Segundo o secretário de Agropecuária e Meio Ambiente, Paulo Ruppenthal, o Município já vem de longa data se adequando a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

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“O Poder Público tem tomado todas as medidas ambientais para proteção do nosso lençol freático e pra isso é feita a substituição das valas com a cobertura de manta impermeável para proteger o Meio Ambiente a cada 18 meses que é o tempo de vida útil delas” explica o secretário.

A implantação do aterro sanitário de STI em 2004 foi um marco na política pública de proteção ambiental, o que acabou com o lixão a céu aberto e onde se deu início ao processo de coleta seletiva. A vida útil da vala também foi melhorada, passando de seis para 18 meses.

“A Administração Pública é referência em projetos ambientais. Antes mesmo do prazo estipulado pelo Governo Federal que determinou até 2014 o fim dos lixões a céu aberto no País em cumprimento a Lei que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, aqui em Santa Terezinha já não havia mais lixão e sim a coleta seletiva que serviu de exemplo para os municípios vizinhos implantarem o mesmo modelo de gestão”, conclui Paulo Ruppenthal.

DCSTI

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