Foz e Ponta Grossa estão à frente no apoio ao empreendedorismo

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Os municípios de Ponta Grossa e Foz do Iguaçu, nos Campos Gerais e o Oeste do Paraná, respectivamente, estão à frente das demais cidades do Estado, na implantação de legislações em apoio ao empreendedorismo.

A afirmação é do presidente da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar), Fábio Aguayo, em entrevista ao jornalista Claudio Osti, do canal Paçoca Com Cebola de Londrina.

“Fico feliz que existem municípios que estão além da nossa realidade. Vamos dizer assim, eles estão próximos e pensam como chineses, como o PIB de chinês que mais crescem no Brasil”, disse Aguayo.

“Seriam quais estas cidades?”, indagou, para responder: “Ponta Grossa e Foz do Iguaçu, são cidades fora da linha da curva no Paraná”.

Ao ser indagado o que as cidades tem de diferente, o presidente da Abrabar respondeu o incentivo ao empreendedorismo. “O prefeito fala assim: Você vai investir na minha cidade? Vai gerar emprego? Vai. Ele chama os secretários responsáveis por liberar licenciamento e alvarás e dá um prazo de 24 horas, no máximo 48 horas para esta empresa estar funcionando”, explica.

Na mesma reunião, ainda segundo Aguayo, os prefeitos garantem todas as licenças. “Então, é esta garantia que as vezes o empresário não sabe se vai poder trabalhar ou não. É óbvio, temos que respeitar o Plano Diretor, a Lei do Zoneamento. Mas quando tem esta clareza, faz uma diferença não só de investidores, mas confiança na cidade”.

Disposição

Para o presidente da Abrabar, as pessoas querem investir. “Hoje, com esta dificuldade que estamos passando no país, temos que contar com dinheiro de fora. Então, temos que contar as vezes com um investidor estrangeiro ou um investidor nacional que está acreditando”, afirma.

“A gente vê grupos do nordeste crescendo pelo sul do Brasil. No nordeste é um ambiente de negócios favoráveis para eles, quando vem para o sul, não tem esta mesma facilidade”, alertou. O presidente da Abrabar afirma que o país só vai crescer, “quando tiver linhas normais de trabalho”.

“Nós temos no Brasil uma guerra fiscal e enquanto ela não acabar” o Brasil não tomará o caminho do crescimento. “Por exemplo, as vezes Londrina deixa de ter investimento por que não ter incentivo fiscal ou outra forma. Daí as pessoas preferem se instalar na região metropolitana”, ressaltou.

Contexto

No Paraná, o setor de gastronomia e entretenimento representa perto de 15% do PIB e nacionalmente chega a quase 10% do PIB, destacou Aguayo. Ele lembrou que, em países como Grécia e Espanha, o turismo foi o salvação. “Acredito que será a salvação do nosso também”.

Na entrevista, Aguayo também falou sobre a Lei de Liberdade Econômica regulamentada em nível nacional e com fortes chances de ser replicada estadual. O presidente da Abrabar também foi questionado sobre as articulações para voltar a proibir a venda e consumo de cerveja nos estádios de futebol.

Foto: Reprodução

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