Foz registra três casos de zika vírus contraídos no município, diz secretaria

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O boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Paraná (Sesa) confirmou os três primeiros casos de zika vírus no estado registrados desde agosto de 2019. As três pessoas são de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, onde também contraíram a doença, segundo o boletim.

De acordo com a Sesa, os casos foram registrados em setembro. As três pessoas foram medicadas e passam bem.

Entre agosto de 2018 e julho deste ano, o estado tinha registrado cinco casos da doença, sendo uma das confirmações em Foz do Iguaçu.

A orientação da secretaria é para que a população elimine os criadouros do mosquito Aedes aegypti, formados em recipientes com água parada. Conforme a secretaria, na primavera os dias quentes e úmidos facilitam a proliferação do mosquito transmissor.

De acordo com a Sesa, na maioria dos casos a infecção por zika apresenta febre por um período de três a sete dias.

No caso das gestantes, a situação é mais grave, segundo a secretaria. Isso porque a doença pode ser transmitida para o feto. Se isso acontecer, o vírus pode desenvolver complicações neurológicas, como a microcefalia.

Se contaminado, o bebê pode ter lesões cerebrais irreversíveis e deformação dos ossos da cabeça, conforme a Sesa.

A dengue, a chikungunya e a zika são transmitidas pelo Aedes aegypti e se manifestam com febre, dores do corpo e nas juntas, além de dor de cabeça. Segundo a Sesa, a diferença entre elas é a intensidade dos sintomas.

O estado tem 3 casos de chikungunya desde agosto, todos importados. As pessoas são de Araucária, Maringá e Foz do Iguaçu.

O boletim da Sesa também apontou 730 casos confirmados de dengue no Paraná desde o fim de julho deste ano. Foram 48 casos a mais do que na semana anterior – um aumento de 7%.

Londrina, no norte do estado, lidera o número de casos de dengue, com 59 confirmações. A cidade é seguida por Foz do Iguaçu (48) e Paranavaí (47).

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